Meu recado a você. Seção de recados em jornais.

Na década de 1980 em São José do Rio Preto, muito jovens se comunicavam pelos jornais. O jornal Diário da Região era o preferido, ali tinha a seção Meu recado a você.

Diário da Região, 01 out. 1985. p. 17.

Apesar do espaço ser usado por pais e parentes felicitando crianças e jovens pelos aniversários, o que chamava a atenção mesmo era ficar sabendo o que rolava entre os jovens, quem estava paquerando quem. Em alguns casos era um recado coletivo. Lembro de uma saudação ao pessoal do prédio da Maceno, naquela época havia um prédio naquele bairro. Já tive notícias de pessoas que começaram a namoram através dos recados deixados ali. Claro que também havia desabafos e xingos.

Era uma comunicação mais lenta, demorava para o interessado ler, às vezes nem lia, gerava uma expectativa gostosa todas essas ações de ir ao jornal, pagar… publicar e depois ler. Movimentava mais as pessoas, a economia e os cérebros.

Quando se achava no jornal um recado dirigido a pessoa, era uma felicidade, nunca recebi um, mas, confesso, tinha uma ponta de inveja quando alguém me mostrava um recorte de jornal colado num caderno com um recado da seção Meu recado a você.

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Pioneiros da medicina em Rio Preto. O Dr. Fritz Jacobs.

Fritz Jacobs foi um médico alemão que atuou na cidade de São José do Rio Preto nas primeiras décadas do século XX. O médico nasceu na Alemanha, na cidade de Hildeshein, na baixa Saxônia, veio para o Brasil com 15 anos de idade e chegou à Rio Preto em 1909, com 39 anos.

Na cidade é conhecido como um médico “completo”, era cirurgião, extraia dentes e era médico da família. Doou o terreno para construção da sede da primeira Sociedade de Medicina e Cirurgia da cidade e quando se aposentou doou seus pertences à Santa Casa de Rio Preto.

O médico foi para São Paulo onde faleceu no ano de 1943, aos 73 anos de idade. No bairro Boa Vista há uma rua com o seu nome e no centro da cidade há um edifício que leva o seu nome.

Referência:

Diário da Região, 19 març, 2008. Encarte especial, p. 18.

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Os exilados da Unesp/Ibilce de Rio Preto.

Memória

Alguns nomes podem cair no esquecimento, os motivos são vários… o próprio tempo pode apagar a relevância de uma vida. A Unesp de Rio Preto tem uma história rica, grandes acadêmicos da instituição contribuíram com a produção científica a nível local, regional e até nacional. Pessoas com essa relevância, normalmente, são lembradas quando a conjuntura política, social e econômica de uma determinada época tem interesse em divulgar esses nomes. Aqueles que, possivelmente, não agradaram em um determinado momento político não são tão lembrados como outros, há uma escolha mnemônica. Obviamente há exceções nesta observação que fizemos.

Gostaríamos de lembrar aqui, do pouco lembrado, Prof. Wilson Cantoni, tinha formação na área de humanidades e foi professor da Unesp entre 1956 e 1964. Essa última data nos lembra algo, não é? Então, neste ano, o golpe militar tirou o professor de cena. Ele foi demitido e se exilou no Chile. Neste país ele trabalhou na Unesco até 1977, ano em que faleceu.

“Natural de Franca, o Prof Cantoni formou-se pela USP, em 1949, e especializou-se em Sociologia e Politica pela mesma universidade, em 1951.

De 1952 a 1955, foi professor do Instituto de Pirassununga. Ingressou na FAFI em 1956, tornando-se integrante do primeiro corpo docente da faculdade.

A repressão de 1964 demitiu o Prof. Cantoni, com base no ato institucional. Ele emigrou para o Chile, onde passou a trabalhar para a UNESCO, até falecer, em 1977″. (Unesp/Rio Preto)

No Jardim São Marcos há uma rua que homenageia o Prof. Cantoni, no google maps está grafado com “e”. Não apuramos se é uma homenagem para a mesma pessoa com grafia errada ou para algum homônimo.

E mais…

Em uma dissertação de mestrado de Caroline Maria Florido: “Da efervescência cultural ao obscurantismo ditatorial: a história da faculdade de filosofia, ciência e letras de São José do Rio Preto sob o olha da intervenção de 164” – temos um trabalho excelente abordando os impactos do golpe militar na UNESP de Rio Preto.

Professores como Franz-Wilhelm Heimer, um alemão ligado ao estudos de línguas e pedagogia, envolvido com ações populares de alfabetização teve sua casa vasculhada pelos militares. Segundo a pesquisadora, os seguintes professores foram investigados:

“Na lista do Deops constam ainda os nomes dos três vereadores cassados na ocasião – Armando Casseb, Benedito Rodrigues Lisbôa e José Eduardo do Espírito Santo – além dos seguintes professores universitários que foram investigados por práticas revolucionárias: Orestes Nigro, Joacyr Badaró, José Aluysio Reis de Andrade, João Jorge da Cunha, Casemiro dos Reis Filho, Ary Neves da Silva, Pedro Bonilha Regueira, Newton Ramos de Oliveira, Lelia Rodrigues Banozzi, José de Arruda Penteado, Mary Amazonas Leite de Barros, Hélio Leite de Barros e Maurício Tragtemberg. As investigações do Deops na FAFI começaram após manifestação de solidariedade e integral apoio ao regime feito pelos professores Celso Mourão, Fahad Arid, Luiz Dino Vizotto, Samir Barcha, entre outros. Em comunicado publicado na capa do Diário no dia 7 de abril de 1964, os professores manifestam pesar pelas atividades ilegais de professores da faculdade e solicitam rigoroso inquérito para apurar eventuais responsabilidades dos subversivos”.

(Rodrigo Lima, Diário da Região, 12 de agosto de 2007 apud FLORIDO, 2013. p. 13).

Outro professores tiveram que se exilar, comprometendo suas carreiras profissionais, ou ficaram por aqui sofrendo perseguição.

“Vários professores que tem oportunidade emigram para universidades no exterior: Norman Maurice Potter e Anoar Aiex para os Estados Unidos; Franz Wilhelm Heimer para a Alemanha; Wilson Cantoni para o Chile; Elena Andreolli para Besançon, na França. Os que permanecem amargam seus “exílios brancos”. Alguns são processados pela Lei de Segurança Nacional, primeiro na Justiça comum, depois na Justiça Militar. Alguns são agasalhados por escolas superiores ou de 2º grau experimental católicas. Todos sofrem perseguições administrativas por anos e anos; alguns perderam seus cargos obtidos por concurso público no magistério estadual paulista. Os melhores alunos desde 1957 até 1967 (bastava um ano de aula com professores renovadores…) encontravam dificuldades para lecionar em universidades nos anos seguintes marcados pelo autoritarismo.”

(Oliveira, 1989, p.205 apud FLORIDO, 2013. p.25)

Referências.

Unesp/Rio Preto. 

FLORIDO, Caroline Maria. Da efervescência cultural ao obscurantismo ditatorial: a história da faculdade de filosofia, ciência e letras de São José do Rio Preto sob o olha da intervenção de 164 – temos um trabalho excelente abordando os impactos do golpe militar na UNESP de Rio Preto. [dissertação de mestrado] Unicamp, [s.n.], 2013.

Wikipédia. Bibliografia de Franz-Wilhelm Heimer.

Observação: informações para enriquecer esse esboço de artigo serão bem-vinda. Entre em contato comigo. 

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Córregos que secaram em São José do Rio Preto. Um afluente do Piedadinha que secou.

A urbanização de uma localidade vem acompanhada de muitas agressões ambientais, uma delas está relacionada aos impactos aos recursos hídricos, seja em forma de contaminação, assoreamento, mortandade de peixes e até mesmo o fim do curso d’água.

As áreas de nascentes são essenciais para preservação dos cursos cursos d’água e dos córregos, muitas bacias urbanas já estão comprometidas devido a retirada da mata ciliar que as protegia. As nascentes, em nossa região, formam-se em zonas de saturação e transferem água subterrânea para superfície, a infiltração da água no solo é importantíssimo para preservar as nascentes.

Na zona norte de Rio Preto, no bairro Ana Célia II, até o início da década de 1970, havia um pequeno curso d’água que hoje não existe, ou pelo menos sua nascente regrediu muito (pois possivelmente pode estar dentro de uma propriedade privada). A geomorfologia do local apresenta as características viáveis para ali nascer um curso d’água.

O local da possível nascente deveria ser bem próximo à rua dos Direitos Humanos junto a rua Braulina Franco Leme, dali o as águas corriam para o córrego Piedadinha. Dessa forma, estamos falando de um possível afluente do córrego Piedadinha.

Nota-se na avenida Antônio Marcos de Oliveira um fluxo d´água canalizado que desemboca no Piedadinha na altura da rua Nestor Brandão,  possivelmente há uma nascente ali que está resistindo à urbanização. Mas em carta do IBGE de 1972, Folha SF 22-X-B-IV-3, verifica-se um curso d’água bem maior, a ponto de podemos chamá-lo de um pequeno córrego.

Vamos analisar algumas imagens.Piedadinha

Podemos ver nesta carta que a nascente do curso d’água que estamos analisando se encontrava bem próxima à avenida Mirassolândia.

O curso d’água também é notável em um mapa de 1959, quando a área era totalmente rural.

Afluente do PiedadinhaNo mapa acima notamos que a área urbana da cidade acabava no linha do trem, na altura da avenida Cenobelino, o curso d’água está cartografado com nascente bem próximo à avenida Mirassolândia.

Vamos analisar uma imagem atual do google maps.

Curso da agua no ana céliaA imagem atual nos mostra a área urbanizada e o local onde possivelmente o curso d’água nascia.

Outro fato preocupante é que na área próxima onde era a nascente, hoje se encontra um ponto de apoio da prefeitura, local onde se descartam entulhos e demais objetos, alguns com possibilidade de contaminar o lençol freático. Pior ainda, antes de haver este ponto de apoio ali se descartavam todo tipo de lixo e entulho.

Possivelmente a memória da antiga nascente foi sumindo junto com ela. Uma vez que isso acontece perdem-se as referências do que  local foi um dia. Em locais onde surgem nascentes o ideal é manter a vegetação ou, quando essa já não existe mais, iniciar plantação de árvores para, quiçá, um dia as águas voltem a brotar.

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Passado e presente próximo à rodoviária de Rio Preto. As modificações paisagísticas.

Os lugares urbanos sofrem transformações devido principalmente à dinâmica econômica que impacta nas configurações espaciais. Às vezes um local é tão modificado que custa a identificarmos ele no passado. Num exercício de imaginação, se de Rio Preto saísse uma pessoa na década de 1960 e voltasse em 2018 algumas partes da cidade ficariam quase impossíveis de serem reconhecidas.

O bom senso preza pela preservação de determinados artefatos culturais que são mais significativos para a história e a memória de determinadas localidades, impedir as mudanças é algo impossível, mas quando elas se realizam sem levar em conta a importância de determinados artefatos é sinal de atraso cultural e desprezo com a história e a memória.

Analisem as imagens a seguir.

IMG_20180302_110356

Esta imagem mostra uma visão do viaduto do no final da avenida Andaló que dá acesso à avenida Philadelpho Gouvea Neto, deste ângulo é possível ver onde hoje se localiza a rodoviária. Na época ela não existia, do lado esquerdo nota-se uma caixa d’água, do lado direito a estação ferroviária. Próximo à caixa d’água por muito tempo foi estabelecido o terminal dos ônibus da Vila Toninho, às vezes ali se instalava um parque de diversões, era um terreno brejeiro, no qual nasciam taboas. Ali havia uma rua que dava acesso à rodoviária, com a construção do terminal urbano essa rua deixou de existir. Ali havia umas construções antigas, possivelmente de 1930 (?) que não foram preservadas. O local era e é muito suscetível de inundações. Possivelmente a foto é da década de 1960.

Rodoviária

Esta imagem retrata praticamente o mesmo local da foto antiga, nota-se a em primeiro plano o terminal urbano e bem lá no fundo, quase não dá para ver, a rodoviária. Em breve esta parte do espaço da cidade sofrerá mais transformações devido a conclusão do novo terminal urbano. O qual já foi responsável por dar fim à praça Cívica.

Na imagem recente (2018) nota-se também a grande verticalização pela qual a cidade vem passando, na foto antiga avistamos poucos prédios, um em destaque, na recente são muitos, espalhados para além da região central.

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Morte de cachorros em Rio Preto em 1912.

Valores e costumes se alteram no tempo e no espaço, o que em uma determinada época parece correto e aceitável em outra pode ser um horror ou algo totalmente reprovável.

No ano de 1910, na cidade de São José do Rio Preto, um anúncio no jornal A Cidade elogiava um tal de Chicão – Chico Motta – pelo brilhante papel que desempenhava em matar os cachorros vadios.  Uma atitude destas nos dias de hoje causaria repugnância.

Estamos vivendo em uma época em que alguns animais vem ganhando muito cuidado, associações se multiplicam em defesa de alguns animais e os maus tratos são entendidos como crime. Ao que tudo indica não era essa a preocupação dos rio-pretenses no início do século XX.

Morte de cachorros em 1910Fonte:

Jornal A Cidade, 30 março, 1912, ano I, nº 42, p.2.

Obs.: Foto ilustrativa, não corresponde à época. Fonte.

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Engenheiros do início do século XX em Rio Preto.

Possivelmente o engenheiro mais famoso que fez história em Rio Preto foi o Dr. Ugolino Ugolini, ele teve importantes participações em obras como a famosa estrada do Tabuado, o primeiro traçado da cidade, o cemitério da Ercília, idealizou linhas de bonde e serviço telefônico na cidade¹.

Mas, no ano de 1912, era o  engenheiro Cesare Corio di Burisco, também italino como Ugolini, que anunciava seus serviços no jornal A Cidade. Cesares nasceu em Torino no dia 25 de fevereiro de 1871 e faleceu no Brasil em 21 de abril de 1930, foi sepultado em São Paulo².

engenheiro em 1912 rio preto

Engenheiro Dr. Cesare Corio di Burisco

Engenheiro texto

As informações sobre o engenheiro Cesare Corio di Burisco não são muitas, nota-se apenas alguns anúncios no jornal A Cidade no por volta do ano de 1912. Diante do que sabemos, podemos fazer algumas indagações: será que ele conhecia seu colega de profissão Ugolino Ugolini? Como veio parar aqui e até quando por aqui morou, visto que foi sepultado em São Paulo? Em que lugar da rua Independência ficava seu escritório?

Também no Jornal A Cidade, do dia 13 de abril de 1912, na p. 2, consta que o Dr. Buriasco era o responsável técnico pela construção da segunda matriz de Rio Preto. Porém, o profissional desistiu do serviço.

Era muito natural que engenheiros viessem da Europa para o Brasil no começo do século XX, isso aconteceu com nomes como Ugolino Ugoline, o engenheiro Schimidt, o Alexandre Brodosqui etc.

Referência e notas:

Jornal A Cidade, 24 de fev. 1912. ano I, nº 37. p. 3.

1 – ARANTES, Lelé. Diário da Região [online] https://www.diariodaregiao.com.br/index.php?id=/secoes/opiniao/artigos/materia.php&cd_matia=856469 Acesso 19/11/2018.

2 – Ceni – genealogias [online] https://www.geni.com/people/CESARE/341936379480014745 Acesso 19/11/2018

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O primeiro cemitério de São José do Rio Preto e a praça Rio Branco.

Primeiro cemitério montagem

O primeiro cemitério de São José do Rio Preto ficava no quarteirão formado pelas atuais ruas Bernardino de Campos, Delegado Pinto de Toledo, Marechal Deodoro e Voluntários de São Paulo. Hoje ali se localiza o fórum da cidade e a praça na qual ele está é a praça Rio Branco.

O jornal A Cidade, na edição de 24 de fevereiro de 1912, trazia a notícia de manifesto de que o povo gostaria que a praça tivesse o nome de Praça Rio Branco. Na época, o anúncio falava da construção do teatro, e da centralidade que o local iria ter no futuro.

Primeiro cemitério texto

Referência:

Jornal A Cidade, 24 fev. 1912, ano I, nº 37.

 

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São José do Rio Preto: tempos desiguais e alterações paisagísticas.

As paisagens acumulam tempos desiguais, há nela marcas de um passado que refletem como era uma época. Uma paisagem possibilita enormes leituras, é o ponto de partida para análises geográficas, históricas e culturais. São José do Rio Preto não é uma cidade que se preocupa com seus patrimônios históricos culturais, muitos prédios que eram representantes de uma época e guardavam riquíssimas histórias foram ao chão em nome do progresso.

Bernardino, prédio da pastelaria chinesa

A imagem acima mostra um trecho da rua Bernardino de Campos na década de 1920, ao lado direito da imagem se destaca um sobrado em estilo eclético. Era o antigo banco francês-italiano, por muito tempo funcionou a pastelaria Chinesa.

Notem carroças com animais e pouquíssimos carros, do lado esquerdo uma parte da antiga matriz de Rio Preto, a qual foi demolida na década de 1970. Uma pessoa com terno reflete os costumes de se vestir nas primeiras décadas do século XX.

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A imagem acima tem um enquadramento muito próximo daquela da década de 1920, foi tirada em 2013. Da antiga paisagem de 100 anos atrás só sobrou o prédio eclético. Os outros prédios já não existem mais, inclusive a emblemática matriz da cidade.

O local agora é parte do calçadão da cidade, as pessoas se vestem de forma diferente. Seria muito inusitado avistar uma carroça de animal próxima ao local, apensar de não ser impossível. O que era normal em 1920 é coisa rara nessa localidade nos dias de hoje.

O prédio eclético tornou um testemunho de uma época. Pode-se afirmar que é um guardião do que foi a cidade no início do século XX.

Fotos:

Antiga – Álbum da Comarca de Rio Preto.

Recente – Alexandre de Freitas.

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Um século de poesia em Rio Preto: poesia Na Escola.

Os jornais por muito tempo foram espaços literários significativos. Muitas obras literárias hoje consagradas foram publicadas através desses espaço.

Vejam que interessante a poesia sobre escola.

poesia sobre escola

Fonte: Jornal O Poder Moderador, 23 de dezembro de 1911, ano I, nº 28.



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