A centenária poesia rio-pretense (1906). Escola.

escola 1906

Como a infante borboleta

Liba o perfume das flores

Também na escola a criança

Do prazer nutre os odores:

 

A ligeira borboleta

Da flor o perfume evóla

Esta perde a ignorancia

No altivo seio da escóla:

 

Si mais tarde aquela vôa

No val per todo momento,

Também esta vai voando

No espaço do pensamento

 

Salve, pois, a creancinha,

Que com o livro na mão

Corre alegre pressurosa

Para o seio da intrucção.

 

Jornal o Porvir, nº 135, p. 3, São José do Rio Preto, 9 de abril de 1906.

Autor desconhecido, a grafia original foi mantida.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sobre Alexandre de Freitas

Graduado e pós-graduado em ciências humanas, professor na educação básica e superior.
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